Domingo, Março 04, 2012

Cloud computing na AP

iGOV
A edição digital de iGOV.DOC de Fevereiro de 2012 é dedicada à "Cloud Computing («computação em nuvem») na Administração Pública".

Quinta-feira, Março 01, 2012

DGARQ lança formação sobre a MEF v.1

Segundo o site da DGARQ, a entidade vai levar a efeito o curso “Utilização da Macroestrutura Funcional (MEF v.1) no desenvolvimento de planos de classificação: princípios e metodologias”.

Domingo, Fevereiro 12, 2012

DGARQ apresentou MEF v.1

Segundo o site da DGARQ, este organismo "apresentou no dia 9 de Fevereiro de 2012 a Macroestrutura Funcional versão 1 (MEF v.1) aos interlocutores dos organismos que participaram nos trabalhos do Projeto de Levantamento de processos da Administração Central do Estado, em 2010/2011. A sessão teve como principais objetivos: 1) Esclarecimento das opções técnicas subjacentes à Macroestrutura Funcional – v.1, 2) Apresentação de vias para a aplicação deste instrumento na elaboração de planos de classificação. O programa de trabalhos estabelecido foi o seguinte: Boas vindas – Francisco Barbedo, A gestão do Projeto de Levantamento de processos da ACE – Pedro Penteado [Comunicação brevemente disponível], Apresentação da MEF v.1 – Alexandra Lourenço, Intervalo, Aplicação da MEF v.1: Estudo de caso para atualização de Plano de classificação – Cecília Henriques, MEF v.1: Desenvolvimento previsto em 2012 – Pedro Penteado, Debate. A DGARQ prevê levar a cabo novas sessões de divulgação, abertas a toda a comunidade, bem como ações de formação, anunciando brevemente o calendário de trabalhos previsto". Aceda às comunicações aqui.

Segunda-feira, Fevereiro 06, 2012

Bibliografia da Piedade Popular em Portugal – volume dedicado à região Centro


Chegou à minha mão há dias o Tomo III da obra “Piedade Popular em Portugal”, de José Esteves Pereira, Rui Afonso da Costa e Paule Lerou, editado em final de 2011 pela Terramar e pelos franceses Letouzey & Ané (ISBN: 9789727104307). 
Trata-se de um grosso volume (1032 p.) de bibliografia temática, dedicado ao Centro do país e no qual tive o privilégio de, há vários anos, ter sido consultor. As obras produzidas pelo tema desde 1960 são referidas e sumariadas (em português e francês)  tendo em atenção a seguinte grelha temática: Método, fontes e problemas, Literatura de piedade e pregação, Lugares de culto (paróquias, templos, sinagogas), Peregrinações e cultos, Festas populares e linguagem gestual, Confrarias, irmandades, associações e seus costumes, Objectos de culto, Iconoclastia.
Uma verdadeira “mina” de fontes para o estudo da vida religiosa nos distritos de Castelo Branco, Coimbra, Leiria e Santarém, particularmente rica para quem se interessa pelo tema nas regiões de Nazaré, Alcobaça e Fátima.
Em Portugal a obra encontra-se à venda na Bertrand por 33,30 e. (mais barato que em França).

Quinta-feira, Janeiro 26, 2012

DGARQ publica versão actualizada das Orientações ACE (PREMAC)

De acordo com o site Web da DGARQ, o organismo "acaba de publicar uma 2.ª versão, revista e atualizada, das  "Orientações para a gestão de documentos de arquivo no contexto de uma reestruturação da Administração Central do Estado" que tinha editado em Setembro de 2006, antes da saída das leis orgânicas que se seguiram ao PRACE – Programa de Reestruturação da Administração Central do Estado.
O documento, que visa apoiar, a curto prazo, os organismos públicos envolvidos em processos de extinção, fusão e reestruturação decorrentes do PREMAC – Plano de Redução e Melhoria da Administração Central do Estado, fornece um conjunto de procedimentos e boas práticas a empreender no contexto da mudança em curso.
Estão previstas ações de divulgação e aprofundamento dos conteúdos destas orientações, pela DGARQ.
Comentários e questões sobre o documento agora disponibilizado podem ser remetidos para dsaat@dgarq.gov.pt ".

Direção Geral das Artes poupa 312 mil euros por ano em rendas

Direção Geral das Artes poupa 312 mil euros por ano em rendas
Notícia refere arquivo tratamento e disponibilização do arquivo da entidade.

Quarta-feira, Janeiro 25, 2012

A Central electrónica de arquivo do Estado e o plano estratégico de TIC na AP

Já são conhecidas as 25 medidas previstas no Plano global estratégico de racionalização e redução de custos nas Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC), na Administração Pública, realizado pelo Grupo de Projecto para as Tecnologias da Informação e Comunicação (GPTIC). O documento, prefaciado pelo Prof. J. Tribolet, prevê uma poupança anual de mais de 558 milhões de euros, num total de 3.238 milhões de euros até 2016 (não sabemos que contas foram feitas em termos de preservação digital...). Entre as poupanças, em 2016, contam-se a racionalização dos centros de dados 22.000 (4%), medidas de racionalização transversais potenciadas pelas TIC 33.425 (6%), interoperabilidade na AP 11.167 (1%), autenticação e assinatura electrónicas 8.676 (2%), racionalização das TIC e modernização administrativa dentro dos organismos públicos 158.520 (28%),  cloud computing na AP 3.000 (1%) e a "Central electrónica de arquivo do Estado" 33.000 (6%).
Esta última medida "prevê as seguintes acções:
1. Diagnóstico detalhado da situação arquivística do Estado, designadamente com identificação de espaço físico ocupado, planos de classificação documental, tipologia de utilização e acesso, níveis de criticidade e segurança dos documentos.
2. Elaboração de um estudo de valorização do património imobiliário utilizado atualmente para albergar os arquivos existentes, de um plano de rentabilização futura do mesmo e de um plano de implementação" que inclui, entre outros, plano de classificação, processos de migração e preservação do arquivo.
"3. Implementação de Piloto em Ministério a identificar.
4. Implementação restante AP Central e Local".
Estima-se que a medida preconizada pelo GT "possa ter um impacto na utilização das TIC para potenciar a mudança e a modernização administrativa, nomeadamente pela desmaterialização que pode induzir na AP, além da redução de custos e da partilha de plataformas e serviços".
Está por identificar o papel da nova DGLAB neste processo de mudança, bem como o redesenho do "modelo PREMAC" de gestão dos arquivos.

Quinta-feira, Janeiro 19, 2012

"A herança dos nomes. A importância da Genealogia na identidade da Nazaré"

"A herança dos nomes. A importância da Genealogia na identidade da Nazaré" é o título da mesa redonda que o Museu Dr. Joaquim Manso vai realizar naquela localidade, dia 28 de Janeiro, às 15h., com a participação de Alexandre Isaac, Carlos Fidalgo e Pedro Penteado.

Quarta-feira, Janeiro 11, 2012

JCL publica normas para descrição de documentação judicial e de arquitectura

A Junta de Castilla y León, que no ano 2000 editou o célebre "Manual de Descripción Multinivel", revisto em 2006, adaptando  as normas ISAD, acaba de publicar novo instrumento de normalização da descrição: 3 "Convenciones", duas dedicadas à descrição normalizada de documentação judicial e uma à descrição de projectos de obras públicas, arquitectura e restauro. Consulte-as aqui.

Domingo, Janeiro 01, 2012

Património em degradação: último reduto fadista de Lisboa

Esta manhã dei uma volta de bike por bairros típicos da nossa bela cidade de Lisboa. E verifiquei que no ano em que o Fado de Lisboa se tornou Património Imaterial da Humanidade (2011), o último reduto fadista da capital, na antiga Rua Velha, em Alcântara, onde cantou pela última vez a Cesária, encontrava-se neste estado de degradação lamentável. Assim vai o nosso património..
Leia mais detalhes aqui.

Sábado, Dezembro 31, 2011

Um manual para os caminhos a trilhar em 2012


No anúncio da chegada de 2012, não quero deixar de partilhar convosco um texto do escritor Paulo Coelho intitulado  2012: manual de conservar caminhos
Pessoalmente, no momento em que, tudo o indica, me aproximo de uma encruzilhada na minha vida, foi bom tê-lo descoberto, dado que ajudou a sedimentar a minha visão do que deve marcar um percurso individual.

Eis, pois, a prenda que ofereço a todos os meus amigos, nesta passagem para um Novo Ano, esperando que conservem bem o caminho que vão trilhar, em 2012. Bom Ano para todos!



 [Foto: http://www.flickr.com/photos/liebermann/580181284/ . URL do autor: http://www.martin-liebermann.de/ ] 



"1] O caminho começa em uma encruzilhada. Ali você pode parar e pensar em que direção seguir. Mas não fique muito tempo pensando, ou jamais sairá do lugar. Faça a clássica de Castaneda: qual destes caminhos tem um coração? Reflita bastante sobre as escolhas que estão adiante, mas uma vez dado o primeiro passo, esqueça definitivamente a encruzilhada, ou sempre ficará sendo torturado pela inútil pergunta: “será que escolhi o caminho certo?” Se você escutou seu coração antes de fazer o primeiro movimento, você escolheu o caminho certo.
2] O caminho não dura para sempre. É uma benção percorrê-lo durante algum tempo, mas um dia ele irá terminar, portanto esteja sempre pronto para despedir-se a qualquer momento. Por mais que você fique deslumbrado por certas paisagens, ou assustado com algumas partes onde é necessário muito esforço para seguir adiante, não se apegue a nada. Nem às horas de euforia, nem aos intermináveis dias onde tudo parece difícil, e o progresso é lento. Cedo ou tarde um anjo virá, e sua jornada chega ao final, não esqueça.
3] Honre seu caminho. Foi sua escolha, sua decisão, e na medida que você respeita o chão onde pisa, também este chão passa a respeitar seus pés. Faça sempre o que for melhor para conservar e manter seu caminho, e ele fará o mesmo por você.
4] Esteja bem equipado. Leve um ancinho, uma pá, um canivete. Entenda que para as folhas secas os canivetes são inúteis, e para as ervas muito enraizadas os ancinhos são inúteis. Saiba sempre que ferramenta utilizar a cada momento. E cuide delas, porque são suas maiores aliadas.
5] O caminho vai para frente e para trás. Às vezes é preciso voltar porque foi perdido algo, ou uma mensagem que devia ser entregue foi esquecida no seu bolso. Um caminho bem cuidado permite que você volte atrás sem grandes problemas.
6] Cuide do caminho, antes de cuidar do que está a sua volta: atenção e concentração são fundamentais. Não se deixe distrair pelas folhas secas que estão nas margens, ou pela maneira como os outros estão cuidando dos seus caminhos. Use sua energia para cuidar e conservar o chão que acolhe seus passos.
7] Tenha paciência. Às vezes é preciso repetir as mesmas tarefas, como arrancar ervas daninhas ou fechar buracos que surgiram depois de uma chuva inesperada. Não se aborreça com isso, faz parte da viagem. Mesmo cansado, mesmo com certas tarefas repetitivas, tenha paciência.
8] Os caminhos se cruzam: as pessoas podem dizer como está o tempo. Escute os conselhos, tome suas próprias decisões. Só você é responsável pelo caminho que lhe foi confiado.
9] A natureza segue suas próprias regras: desta maneira, você tem que estar preparado para súbitas mudanças do outono, o gelo escorregadio no inverno, as tentações das flores na primavera, a sede e as chuvas de verão. Em cada uma destas estações, aproveite o que há de melhor, e não reclame das suas características.
10] Faça do seu caminho um espelho de si mesmo: não se deixe de maneira nenhuma influenciar pela maneira como os outros cuidam de seus caminhos. Você tem sua alma para escutar, e os pássaros para contar o que sua alma está dizendo. Que suas histórias sejam belas e agradem tudo que está a sua volta. Sobretudo, que as histórias que sua alma conta durante a jornada sejam refletidas em cada segundo de percurso.
11] Ame seu caminho: sem isso, nada faz sentido. E que Deus guie seus passos cada dia de 2012!"

Quinta-feira, Dezembro 29, 2011

Lei orgânica da PCM: DGARQ dá lugar à DGLAB

 Acaba de ser publicada a lei orgânica da Presidência do Conselho de Ministros (PCM)  (Decreto-Lei nº 126-A/2011). De entre as fusões referidas no diploma, destacam-se a da Direcção-Geral do Livro e das Bibliotecas com a Direcção-Geral dos Arquivos (DGARQ), originando a Direcção-Geral do Livro, dos Arquivos e das Bibliotecas.
De acordo com o art.º 22,  na área da cultura, entre as atribuições da PCM está o desenvolvimento de uma política integrada de gestão da documentação de arquivo produzida pela Administração pública e a valorização da missão dos arquivos nacionais como repositório da memória colectiva.
O art.º 27 estipula as atribuições da nova Direcção -Geral do Livro, dos Arquivos e das Bibliotecas (DGLAB):
"1 — A Direcção -Geral do Livro, dos Arquivos e das Bibliotecas, abreviadamente designada por DGLAB, tem por missão assegurar a coordenação do sistema nacional de arquivos e a execução de uma política integrada do livro não escolar, das bibliotecas e da leitura.
2 — A DGLAB prossegue, designadamente, as seguintes atribuições:
a) Promover a leitura, em articulação com os sectores público e privado;
b) Elaborar e desenvolver programas e projectos que contribuam para a consolidação de uma economia sustentável do sector do livro;
c) Estimular a pesquisa e a elaboração de estudos, em particular sobre o mercado do livro e sobre os hábitos de leitura, em articulação com o GEPAC;
d) Planear e executar a difusão dos autores portugueses no estrangeiro e intensificar a exportação do livro
português para os países de língua portuguesa, sem prejuízo das atribuições próprias do Ministério dos Negócios Estrangeiros;
e) Assegurar a execução e o desenvolvimento da política arquivística nacional e o cumprimento das obrigações do Estado no domínio do património arquivístico e da gestão de arquivos, em qualquer forma ou suporte e em todo o território nacional;
f) Superintender técnica e normativamente e realizar as acções de auditoria em todos os arquivos do Estado, autarquias locais e empresas públicas, bem como em todos os conjuntos documentais que, nos termos da lei, venham a integrar o património arquivístico e fotográfico protegido;
g) Assegurar, em articulação com as entidades competentes, a cooperação internacional no domínio arquivístico;
h) Exercer, em representação do Estado, o direito de preferência em caso de alienação, designadamente, em hasta pública ou leilão, de espécies arquivísticas valiosas ou de interesse histórico-cultural do património arquivístico e fotográfico, independentemente da sua classificação ou inventariação;
i) Assegurar a execução de uma política nacional para as bibliotecas públicas, em conformidade com as orientações dos organismos internacionais do sector, em articulação com as autarquias, às quais compete a tutela e gestão desses equipamentos.
3 — A DGLAB é dirigida por um director-geral, coadjuvado por três subdirectores -gerais, cargos de direcção superior de 1.º e 2.º graus, respectivamente".

Macroestrutura Funcional ( MEF ) – versão 1.0 já disponível

Acaba de ser publicada a versão 1.0 da Macroestrutura Funcional (MEF) no site da DGARQ. O produto foi aprovado pela Comissão Executiva do programa Governo Electrónico e Interoperabilidade, em reunião de dia 21-12-2011. Todos os que pretendam saber mais sobre o projecto,  fundamental para a interoperabilidade semântica na Administração Pública, podem explorar este link.

Na notícia da publicação da MEF, a "DGARQ agradece a colaboração de todas as entidades que, ao longo de 2011, participaram activamente no levantamento de processos da Administração Central do Estado, sem a qual não teria sido possível atingir os resultados agora apresentados".
Em breve disponibilizarei aqui outros elementos adicionais sobre o projecto que, apesar de se encontrarem já publicados, são menos conhecidos. Estejam atentos...