"Peregrinos da Memória" está disponível na Internet

Mais de 15 anos depois da publicação da 1.ª ed. do livro de Pedro Penteado, conheça gratuitamente a história de um dos mais importantes centros de peregrinação de Portugal nos séculos XVII e XVIII.

Conheça o blogue "A rede do pescador"

No blogue "A rede do pescador" pode acompanhar o que publico nas redes sociais. Veja em PENTEADO.OVERBLOG.COM

Disponível - “Una estrategia para mejorar el accesso y la reutilización de la información pública en Portugal: el papel de la interoperabilidad semántica”

Venha conhecer esta e outras comunicações apresentadas na Conferência Girona2014 – “Arquivos e Indústrias culturais” (post de 19-10-2014)

Os despedimentos na Biblioteca Municipal da Nazaré e a sustentabilidade das bibliotecas e dos arquivos

O caso dos despedimentos de 4 técnicos da Biblioteca Municipal da Nazaré (BMN), sobre o qual a BAD se pronunciou, é um sinal para o qual os profissionais da informação e os cidadãos, em geral, devem estar atentos.

Conhece a norma ISO 30300?

Durante o 11.º Congresso Nacional da BAD foi disponibilizada a tradução da obra de Carlota Bustelo– Série ISO 30300: Sistema de gestão para documentos de arquivo. Aproveite para conhecê-la.

domingo, julho 03, 2016

Plano de ação do "Justiça + próxima" inclui renovação da gestão documental

No Plano de ação do "Justiça + próxima" encontram-se várias medidas importantes nas áreas da Gestão da informação/documentação e da Modernização administrativa. Salientamos aqui algumas delas (existem outras ainda a considerar, neste domínio):
a) Secretaria-geral sem papel;
b) Gestão documental na DGAJ;
c) Piloto de preservação digital
Uma nota ainda para a medida de Disponibilização de catálogo de dados abertos públicos
A consultar.

domingo, maio 22, 2016

NOVA DATA DA FORMAÇÃO INA - "GESTÃO DA INFORMAÇÃO ARQUIVÍSTICA NA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA EM REDE"



Vai decorrer de 4 a 7 de julho de 2016, no INA, a formação "GESTÃO DA INFORMAÇÃO ARQUIVÍSTICA NA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA EM REDE".

A formação tem como objetivos:
1) Desenvolver uma visão atual, integrada, da teoria e da prática arquivística;
2) Identificar as principais etapas e instrumentos associados à metodologia de gestão da informação de arquivo em contexto organizacional e suprainstitucional, com base em normas e boas práticas, principalmente as normas da família ISO 30300 e a Norma portuguesa 4438.1-2:2005 (gestão de documentos de arquivo);
3) Destacar a importância da aplicação de instrumentos para a promoção da interoperabilidade semântica na Administração pública, como a Metainformação para a Interoperabilidade (MIP), a Macroestrutura Funcional MEF) e os produtos que lhe estão associados;
4) Compreender os requisitos para a implementação de sistemas de informação na Administração e o acesso continuado à informação digital (MoReq2010, ISO 14721:2012).

Do programa da formação constam os seguintes pontos:  
I. Administração pública em rede: desafios arquivísticos.
II. Conceitos básicos: arquivo, Informação/documentação de arquivo, ciclo de vida da informação/ documentação de arquivo, sistema de informação, sistema de arquivo.
III. Política e responsabilidade na gestão de documentos de arquivo na administração pública: requisitos. Uma nova abordagem: sistema de gestão para documentos de arquivo segundo as normas da família ISO 30300.
IV. Sistema de arquivo: metodologia para a conceção e implementação segundo a NP 4438. Etapas: investigação preliminar, análise funcional, identificação de requisitos de documentos de arquivo, avaliação de sistemas existentes, identificação de estratégias para cumprimento dos requisitos de documentos de arquivo, desenho do sistema de arquivo, implementação do referido sistema e controlo, ajustamento e revisão.
V. Processos e instrumentos de gestão de documentos de arquivo segundo a NP 4438. Integração, registo, classificação, classificação de segurança e acessos, identificação das disposições relativas ao destino, armazenamento, utilização e controlo de circulação, implementação das decisões de destino. Principais instrumentos de gestão de documentos de arquivo: plano de classificação, tabela de seleção, esquema de classificação de segurança e acesso, tesauro, glossário de termos, esquemas de meta informação para registo.
VI. Principais instrumentos de gestão de documentos de arquivo num contexto de transversalidade e interoperabilidade na Administração Pública: Metainformação para a interoperabilidade (MIP), Macroestrutura funcional (MEF), Lista consolidada de 3ºs níveis harmonizados em planos de classificação conformes à MEF, produtos derivados do projeto de Avaliação Suprainstitucional da Informação Arquivística (ASIA), etc.
VII. O caso dos documentos de arquivo eletrónicos: características, problemas e desafios. Requisitos de gestão. Sistema eletrónico de gestão de arquivo (SEGA) e sistemas de informação das áreas de negócio. MOREQ 2010. Alguns aspetos particulares da gestão de arquivos e documentos eletrónicos: os tipos e métodos de validação digital – a assinatura eletrónica. A gestão de mensagens de correio eletrónico. A preservação digital e suas estratégias. Projeto interpares. O plano de preservação digital (PPD). O arquivo digital. Modelo OAIS - ISO14721:2012 O caso do RODA – Repositório de Objetos Digitais Autênticos. Certificação de repositórios digitais.  
VIII. Manual de arquivo.

Formador: Pedro Penteado

Para inscrição, aceda aqui

sábado, maio 21, 2016

SIMPLEX + - MEDIDA 51 "ARQUIVO DIGITAL": ELEFANTES QUE VOAM?


Foram anunciadas esta semana as 255 medidas Simplex + 2016, para executar até ao ano que vem. A sessão de lançamento foi conhecida pelo episódio da "vaca voadora".
Entre as medidas consta uma apresentada pelo Ministério da Cultura, que passou mais despercebida, intitulada "Arquivo digital" (o nome pode mesmo não ser tecnicamente o mais adequado, mas isso  pouco interessa neste momento). A medida pretende estimular a utilização de "instrumentos transversais de gestão da informação, que visam classificar e controlar os documentos produzidos e recebidos nos organismos públicos". Ou seja, para os mais conhecedores, visa potenciar a Macroestrutura Funcional e os resultados do Projeto ASIA - Avaliação Suprainstitucional da Informação Arquivística, coordenado pela Direção-Geral do Livro, dos Arquivos e das Bibliotecas (DGLAB).
 "Traduzindo", para os restantes, trata-se do Estado dispor de um esquema de classificação e avaliação comum, passível de utilizar nos sistemas de gestão de documentos de  todos os organismos públicos, da  Administração Central à Administração Local, permitindo codificar e organizar a informação do mesmo modo, facilitando a sua recuperação e acesso a longo prazo. Ao mesmo tempo, esse esquema também define que prazos de conservação e destinos finais que os documentos devem ter, evitando a sua acumulação na Administração Pública (AP).
De acordo com o site do Simplex +, "estes instrumentos serão ser disponibilizados por uma plataforma modular de serviços partilhados, passível de integração com os sistemas de informação existentes por qualquer organismo. A plataforma permite ainda desmaterializar os procedimentos, atualmente obrigatórios, para se poder eliminar documentação em papel no Estado".
Trata-se de uma medida que pode significar um salto decisivo para promover a interoperabilidade semântica na AP  e evitar o crescimento dos mais de 2500 kilómetros de documentação que se encontram por avaliar (que abordámos em 2015 numa comunicação conjunta com a Alexandra Lourenço, na UNL, que intitulámos É possível um elefante andar de skate? ).
Não se admirem, portanto, que face à notícia desta medida anteveja a possibilidade de elefantes voarem; ou seja, que a pesada máquina do Estado e dos seus arquivos acumulados possam ser fortemente agilizados num futuro próximo. É um sonho que partilho há muito, sobretudo com a Alexandra Lourenço, na Direção de Serviços de Arquivística e Normalização da DGLAB e no âmbito do PAEIS - Programa de Administração Eletrónica e Interoperabilidade Semântica, de natureza colaborativa, que coordeno há vários anos.
E já agora, para os que acreditam, aqui fica o link para um vídeo sobre elefantes voadores e outras acrobacias, dedicado a todos os sonhadores.

Foto: internet.

sábado, abril 16, 2016

ESTOU EM TINTUP!


A partir de hoje pode acompanhar o que publico nas redes sociais em Tintup. Esta publicação substitui a anterior que efetuava diretamente na plataforma Overblog a partir do Twitter e do Facebook.   Boas leituras!

sexta-feira, março 25, 2016

PAVILHÃO DO SCP - ESTADO DAS OBRAS

A pedido de alguns amigos do Sporting Club de Portugal e, especialmente, do José Inácio Militão,  de Monforte, apresento-vos duas imagens do estado das obras do Pavilhão João Roque, do Sporting Club de Portugal, nesta data (25-3-2016).


POLÍTICA NACIONAL DE CIÊNCIA ABERTA

  • Entre as medidas anunciadas ontem, 24-3-3016, em Conselho de Ministros, salientamos: 
  • "O Conselho de Ministros definiu os princípios orientadores para a implementação de uma Política Nacional de Ciência Aberta que terá como objetivo promover o acesso livre a publicações de dados científicos que resultem de investigação financiada com fundos públicos".
  • Foram ainda fixados "os termos de referência para a discussão pública de uma Agenda «Compromisso com o Conhecimento e a Ciência: o Compromisso com o Futuro» para os anos 2016 a 2020, procurando-se assegurar às instituições um quadro de financiamento estável para a sua implementação".

sábado, dezembro 19, 2015

MINISTÉRIO DA CIÊNCIA VAI DEFINIR ORIENTAÇÕES PARA REPOSITÓRIOS DIGITAIS

De acordo com o Decreto-Lei n.º 251-A/2015, de 17 de dezembro, que aprova o regime de organização e funcionamento do XXI Governo Constitucional, é o Ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior que tem por missão “formular, conduzir, executar e avaliar a política nacional para a ciência, a tecnologia e o ensino, superior, compreendendo a inovação de base científica e tecnológica, as orientações em matéria de repositórios digitais, a computação científica, a difusão da cultura científica e tecnológica e a cooperação científica e tecnológica internacional, nomeadamente com os países de língua oficial portuguesa”  (art.º. 20).
Por seu lado, o Ministro da Cultura, deve  exercer “a direção da Biblioteca Nacional de Portugal e da Direção-Geral do Livro,dos Arquivos e das Bibliotecas, em coordenação com o Ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior em matéria de repositórios digitais” (art.º 19.º).


A situação, no que diz respeito aos arquivos, constitui uma novidade, atendendo a que a temática da preservação digital e dos repositórios digitais esteve sempre sob a tutela da Cultura.

domingo, outubro 25, 2015

DISPONIBILIZAÇÃO DE INFORMAÇÃO SOBRE O PAINEL "QUE FUTURO PARA A GOVERNANÇA DA INFORMAÇÃO PÚBLICA?"

Realizou-se em Évora, dia 22, integrado no 12.º Congresso BAD, o Painel  "Que futuro para a governança da informação pública?". Devido ao interesse manifestado por diversos   profissionais da informação, bem como à escassez de elementos publicados nas Atas, deixamos aqui o conteúdo aprovado pela Comissão científica do Congresso, da nossa autoria, que serviu de introdução/orientação ao debate (com pequenas atualizações). Adicionamos também algumas fotografias.
Incluímos também um link para as apresentações dos representantes da AMA e da ESPAP (devido a problemas no link direto, aceda, pf, a https://sites.google.com/site/partilhaspp/12congrbad-1 ). Caso tenhamos disponibilidade, poderemos vir a inserir ainda, em breve, algumas notas sobre o modo como decorreu a sessão.




  Descrição do tema
O painel procura debater o futuro da Governança da informação na Administração Pública (AP), partindo de uma conceção atual e tendo em conta a situação atual do país e as boas práticas internacionais, a este nível.
Neste sentido, procura-se que as abordagens dos participantes possam ajudar a:
a)      Compreender as limitações estruturais da governança da informação na AP, em Portugal;
b)      Apresentar formas de as contornar, através de medidas a implementar para a boa governança da informação pública;
c)      Demonstrar as suas potencialidades na melhoria dos serviços públicos, partilha, reutilização e valorização da informação pública e respetivos impactos na sociedade;
d)     Potenciar o uso dos dados e da informação dos serviços públicos, sempre que possível, para melhorar os resultados e as experiências de uso dos cidadãos e das empresas;
e)      Clarificar as prioridades estratégicas neste domínio (renovação legislativa, políticas, reforço de recursos, normas e procedimentos, parcerias e trabalho em rede, …), que possam ajudar a construir os caminhos do futuro.
Para o efeito, parte-se do conceito de Governança da informação enquanto conjunto de políticas, responsabilidades, normas, procedimentos, processos e controlos usados pelas organizações para assegurar o valor, a qualidade e a conformidade das informações, particularmente com requisitos de natureza legal ou normativo, para perspetivar o seu futuro no contexto da Administração Pública (AP) portuguesa.
Para o desenvolvimento do debate, teremos em conta o contexto geral e específico destas organizações e da gestão da informação sob sua responsabilidade, caracterizado por
a)      Sucessivas reestruturações da AP e reduções de recursos disponíveis;
b) Procura de soluções de redução de custos ao nível das tecnologias da informação e desenvolvimento de planos para o efeito, nem sempre concretizados com sucesso esperado (ex. Plano global TIC);
c)    Novos enquadramentos do uso das tecnologias da informação, com perspetiva de crescimento na área pública (redes sociais, cloud computing, big data, linked open data, web semântica, …);
d)    Aposta em processos de modernização e simplificação administrativa, com particular atenção ao uso de plataformas e soluções seguras que favoreçam a interoperabilidade (organizacional, técnica, semântica) e a reutilização da informação;
e)    Problema na qualidade dos sistemas e tecnologias da informação e dos dados que comportam;
f)     Proliferação de grandes quantidades de informação em suporte papel, muita dela sem tratamento e controlo, devido à ausência frequente de boas práticas de gestão de documentos;
g) Lacunas e incoerências na legislação que limitam a boa governança da informação e a possibilidade de auditar a gestão das atividades públicas, seus registos e sua transparência;
h)   Existência de financiamento público para favorecer a promoção da Agenda Digital europeia e soluções de gestão da informação mais eficientes na Administração Pública.

Objetivos
1)   Efetuar uma breve avaliação das experiências nacionais de governança de informação e do seu impacto na gestão eficiente da Administração Pública e no desenvolvimento do país;
2)    Contribuir para a definição dos principais eixos e medidas a desenvolver para a boa governança da informação pública, numa perspetiva supraorganizacional e de Administração em rede, tendo em conta os requisitos e as boas práticas existentes a nível internacional;
3)      Debater quais as políticas públicas e legislação favoráveis à boa governança da informação e como implementá-las.

Constituição do painel
Para o painel, coordenado por Pedro Penteado (DGLAB), foram convidados os principais responsáveis da Agência para a Modernização Administrativa e do GPTIC (André Vasconcelos), ESPAP (Jaime Quesado, também membro do Comité técnico do GPTIC*), Direção-Geral do Livro, dos Arquivos e das Bibliotecas (Silvestre Lacerda), além de um especialista em governança da informação com especiais competências na área tecnológica (José Borbinha, do IST). 
Destinatários
Dirigentes de organismos públicos;
Responsáveis pela governança da informação nos organismos da AP;
Gestores de informação; gestores de documentos, arquivistas e profissionais da informação em geral;
Responsáveis e profissionais da área das Tecnologias da informação.


Palavras-chave: Governança da informação; Modernização administrativa; Tecnologias da Informação; Eficiência; Reutilização da informação.

 *-Viria a ser substituído por Zaida Chora (ESPAP).

sábado, outubro 17, 2015

PAINEL "QUE FUTURO PARA A GOVERNANÇA DA INFORMAÇÃO PÚBLICA?"

Vai realizar-se dia 22, às 14h, em Évora, no âmbito do 12.º Congresso nacional BAD, o painel "Que futuro para a governança da informação pública?"
O painel é coordenadopor Pedro Penteado, Direção-Geral do Livro, dos Arquivos e das Bibliotecas,  e conta com a participação de André Vasconcelos, Agência para a Modernização Administrativa, Jaime Quesado, Entidade de Serviços Partilhados da Administração Pública, Silvestre Lacerda, Direção-Geral do Livro, dos Arquivos e das Bibliotecas, José Borbinha, Instituto Superior Técnico.
O painel procura debater o futuro da Governança da informação na Administração Pública (AP), tendo em conta a situação atual do país e as boas práticas internacionais, a este nível.

quarta-feira, julho 15, 2015

JÁ AÍ ESTÁ O RELATÓRIO PARA PENSAR O FUTURO DAS BIBLIOTECAS DA ACE

Acaba de ser publicado o Relatório "Bibliotecas da Administração Central do Estado - Pensar o futuro". Segundo o site do INA, "A Direção-Geral da Qualificação dos Trabalhadores  em Funções Públicas (INA) antecipa e contribui para o debate em torno do valor e do impacto das Bibliotecas da Administração Central do Estado (BACE) com a publicação do relatório Bibliotecas da Administração Central do Estado - Pensar o futuro: relatório preliminar

No âmbito do ciclo de debates Pensar a Administração Pública, que o INA promoveu de janeiro de 2014 a junho de 2015, realizou-se em 12 de fevereiro a 11ª sessão dedicada às Bibliotecas da Administração Central do Estado que pretendia chamar a atenção para o atual contexto destas bibliotecas e debater a sua sustentabilidade futura.

No seguimento daquela sessão e reconhecendo a importância destes serviços, a Direção do INA convidou um grupo de cinco especialistas em informação e documentação a fazer uma reflexão estratégica sobre o papel das BACE na sociedade de informação.

O relatório Bibliotecas da Administração Central do Estado - Pensar o futuro: relatório preliminar é o resultado desse trabalho de reflexão que este Grupo Informal das Bibliotecas da Administração Central do Estado (GIBACE) desenvolveu ao longo de cerca de três meses, partindo da questão: por que razão uma parte das Bibliotecas da Administração Central do Estado (BACE) está ou a fechar ou a estiolar?

Com o objetivo de dinamizar o debate sobre o valor e o impacto das Bibliotecas da Administração Central do Estado o GIBACE identifica um conjunto de pontos-chave para reflexão, propõe recomendações e um modelo de reflexão estratégica que o INA vai agora divulgar junto de outras entidades, envolvendo-as  numa discussão mais ampla, baseada numa metodologia de think tank na fase de audição, e que resultará na publicação dos vários contributos antes do final do ano".
Trata-se de um relatório de grande qualidade que merece uma leitura atenta  e a participação no processo de discussão que se vai abrir. Parabéns aos seus autores por este contributo para encontrar soluções para um dos atuais problemas da gestão da informação pública. 

domingo, junho 07, 2015

POLÍTICAS DE SALVAGUARDA E AQUISIÇÃO DO PATRIMÓNIO ARQUIVÍSTICO DAS EMPRESAS


No próximo dia 9, Dia Internacional dos Arquivos, estarei presente em Leiria, no Arquivo Distrital, no 5.º Encontro de Arquivos empresariais, da BAD, a partir das 9h, com uma comunicação intitulada “Políticas de salvaguarda e aquisição do património arquivístico das empresas".
Conheça o Programa completo aqui.

FORMAÇÃO INA - GESTÃO DA INFORMAÇÃO ARQUIVÍSTICA NA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA EM REDE

GESTÃO DA INFORMAÇÃO ARQUIVÍSTICA NA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA EM REDE
06/07/2015 a 09/07/2015 (9h30-13h00 – 14h00-17h30) (28 horas)
Objetivos: Adquirir uma visão atual e globalizante da teoria e da prática arquivística; Adquirir conhecimentos da metodologia de gestão da informação de arquivo; Conhecer a norma portuguesa 4438.1 1-2:2005 (gestão de documentos de arquivo) e os requisitos para implementação de sistemas eletrónicos de gestão de arquivos (SEGA).
Destinatários: Dirigentes, Técnicos Superiores, Trabalhadores do setor privado detentores de habilitação de nível superior.
Formador: Pedro Penteado
Local: INA - Algés
Preço: 280 €
Programa:
I - Administração pública em rede: desafios arquivísticos 
II – Conceitos básicos: arquivo, documento de arquivo, ciclo de vida do documento de arquivo, sistema de informação, sistema de arquivo 
III – Política e responsabilidade na gestão de documentos de arquivo na administração pública: requisitos. Uma nova abordagem: sistema de gestão para documentos de arquivo segundo as normas da família ISO 30300 
IV – Sistema de arquivo: metodologia para a conceção e implementação segundo a NP 4438. etapas: investigação preliminar, análise funcional, identificação de requisitos de documentos de arquivo, avaliação de sistemas existentes, identificação de estratégias para cumprimento dos requisitos de documentos de arquivo, desenho do sistema de arquivo, implementação do referido sistema e controlo, ajustamento e revisão 
V – Processos e instrumentos de gestão de documentos de arquivo segundo a NP 4438. Integração, registo, classificação, classificação de segurança e acessos, identificação das disposições relativas ao destino, armazenamento, utilização e controlo de circulação, implementação das decisões de destino. Principais instrumentos de gestão de documentos de arquivo: plano de classificação, tabela de seleção, esquema de classificação de segurança e acesso, tesouro, glossário de termos, esquemas de meta informação para registo 
VI – Principais instrumentos de gestão de documentos de arquivo num contexto de transversalidade e interoperabilidade na Administração Pública: Metainformação para a interoperabilidade (MIP), Macroestrutura funcional (MEF), Lista consolidada de 3ºs níveis harmonizados em planos de classificação conformes à MEF, etc. 
VII – O caso dos documentos de arquivo eletrónicos: características, problemas e desafios. Requisitos de gestão. Sistema electrónico de gestão de arquivo (SEGA) e sistemas de informação das áreas de negócio. MOREQ 2010. Alguns aspetos particulares da gestão de arquivos e documentos eletrónicos: os tipos e métodos de validação digital – a assinatura eletrónica. A gestão de mensagens de correio electrónico. A preservação digital e suas estratégias. Projeto interpares. O plano de preservação digital (PPD). O arquivo digital. Modelo OAIS. O caso do RODA – Repositório de Objetos Digitais Autênticos. Certificação de repositórios digitais 
VIII – Manual de arquivo

ARQUIVOS DA SOCIEDADE CIVIL: UM DESAFIO PARA O ALGARVE


Dia 13 vou estar em Faro, como orador convidado da sessão do "Entre Arquivos", que se realiza no Club Farense, às 15 horas, com o tema Arquivos da sociedade civil : memória em risco?.
Na conferência, cuja nota de apresentação pode encontrar de seguida, terei a ocasião de lançar um desafio aos arquivistas do Algarve, em particular, da sua Rede de Arquivos (RAALG), bem como aos representantes das associações e municípios da região. Apareçam!

NOTA DE APRESENTAÇÃO DA CONFERÊNCIA
A sociedade civil é constituída por uma diversidade de organizações de caráter não governamental e sem fim lucrativo que abrange, entre outras, associações religiosas, de beneficência, cívicas, de classe, de socorro mútuo, de cultura e recreio, de juventude, sindicatos, cooperativas, ONGD’s ou partidos políticos.
Qual é a situação e a importância dos seus arquivos? Variam consoante que fatores? A sensibilidade dos seus dirigentes para o valor da documentação à sua guarda e a necessidade de o tratar e difundir? O poder económico destas entidades? A sua antiguidade?
Como é que as entidades que se encontram ativas gerem os seus arquivos no dia a dia? Que aconteceu aos arquivos das entidades que entretanto foram extintas? Desapareceram? Existem na sua totalidade ou apenas parcialmente?
Há casos de risco de perda dos seus conteúdos? Como anulá-los?
Há entidades interessadas em proceder à sua recolha, salvaguarda e valorização (organismos que agregam associações, privados, universidades, arquivos, bibliotecas e museus públicos, etc.)?
Há legislação para proteger estes arquivos?
Que normas nacionais e internacionais que podem ajudar a tratá-los convenientemente? Há projetos de sucesso, que sigam estes normativos ou boas práticas?
O organismo de coordenação da política arquivística, em Portugal, que tipo de iniciativas tem tomado para que estes arquivos estejam salvaguardados e disponíveis para a construção da história da sociedade civil e o seu contributo para a nossa identidade coletiva, ao longo do tempo?
Estas são algumas das questões que serão abordadas na conferência.