Domingo, Fevereiro 24, 2013

80% dos servidores da Administração estão obsoletos

Segundo a "Exame Informática" n.º 213, 80% dos servidores que suportam a Administração Pública estão obsoletos. Com efeito, "Um levantamento feito às redes informáticas de sete ministérios revela que os servidores da Administração Pública (AP) têm uma idade média de seis anos. Metade desses servidores não tem qualquer suporte técnico. Dados preliminares de um levantamento efetuado à “informática do Estado” revelam que 79,7% dos servidores usados em sete dos 11 ministérios do atual Governo sofrem de obsolescência (quatro ou mais anos desde o fabrico), apurou a Exame Informática. Estes dados preliminares, coletados pela Agência de Modernização Administrativa (AMA), revelam ainda que os sete ministérios têm um total de 6050 salas de servidores – muitas delas em condições técnicas e de segurança desconhecidas. No total, foram contabilizados mais de 7746 servidores. Apenas se sabe a data de fabrico de 73% das máquinas. A idade média dos servidores está fixada em seis anos. Só 49% têm suporte técnico e pouco mais dispõem de sistemas de proteções de dados (58,4%). Todos estes dados preliminares são analisados em pormenor num artigo sobre os sistemas de redundância e continuidade de serviço das redes da AP", na referida "Exame Informática". Se juntarmos a esta situação os problemas detetados nos diagnósticos à situação dos arquivos da Administração Central, verificamos a gravidade da gestão da informação no país...

Domingo, Fevereiro 17, 2013

A "onda da Nazaré": uma oportunidade para o património local

O meu amigo António Balau escreveu recentemente nas redes sociais, (cf. o seu blogue): "Se me contassem não acreditava. Os turistas chegam à Nazaré de excursão ou de carro e perguntam: - A QUE HORAS É A ONDA? ... parece que esta pergunta já foi feita centenas de vezes na rua, nos cafés, restaurantes, comércio e até na Praia do Norte". Para mim, isso reforça a necessidade da Nazaré ter um pequeno centro interpretativo do Canhão da Nazaré e o Surf ou, na sua ausência, um pequeno polo expositivo, por ex. na Biblioteca Municipal da Nazaré, no Museu Dr. Museu Joaquim Manso ou noutra instituição local, com uma página Web associada, com informação relevante,como as próximas datas de mar com ondulação, vídeos, entrevistas, etc. Falamos, pois, de uma oportunidade para o património , para as instituições culturais e para a economia local . Com potencial patrocinador, se necessário... Não é uma perspetiva nova para os agentes da cultura locais, mas vale a pena relembrar ...

Quarta-feira, Janeiro 09, 2013

APDSI publica vídeos da conferência sobre "Gestão Documental na Administração Pública"

A APDSI publicou os vídeos da conferência sobre "Gestão Documental na Administração Pública", que organizou, no passado dia 6 de dezembro de 2012, na Torre do Tombo. Experimentem entrar aqui . No caso da minha participação na Conferência, com a comunicação "A Interoperabilidade e a Macroestrutura Funcional da Administração Central do Estado", eis o link. Os materiais de apoio estão aqui.

Segunda-feira, Dezembro 24, 2012

Boas Festas

Caros amigos, desejo-vos um Feliz Natal, na Alegria do Nascimento do Menino, aproveitando para vos deixar no "sapatinho" esta belíssima iluminura da Torre do Tombo. Votos de Boas Festas e de um Bom Ano de 2013! (Fonte: PT-TT-CF133 - Adoração dos Reis Magos ou Epifania, in Livro de Horas, 73. Data: 1401-1450)

Domingo, Dezembro 16, 2012

Já está disponível "A interoperabilidade e a Macroestrutura Funcional da Administração Pública"

Já está disponível na Web a comunicação "A interoperabilidade e a Macroestrutura Funcional da Administração Pública", que apresentei dia 6 de Dezembro de 2012 na Conferência "Gestão Documental na Administração Pública", realizada pela APDSI na DGLAB (auditório da Torre do Tombo). Em breve ficará também disponível no site da APDSI. (Foto: APDSI)

Domingo, Outubro 28, 2012

GT Gestão de documentos de arquivo da BAD apresentou tradução de obra sobre a série ISO 30300

Segundo o "Notícia Bad", "foi apresentada no 11.º Congresso Nacional da BAD a tradução da obra de Carlota Bustelo Ruesta – Série ISO 30300: Sistema de gestão para documentos de arquivo. A tradução foi preparada pelo Grupo de trabalho de Gestão de documentos de arquivo da BAD, no âmbito de um dos seus principais eixos de acção, o qual prevê a promoção das normas, diretrizes e orientações relevantes para a área. A presente obra de Carlota Bustello Ruesta (presidente do Subcomité Técnico de Normalización – Información y Documentación da AENOR e membro do grupo de trabalho de Management Systems for Records da ISO TC46/SC11) incide sobre a nova família de normas, parte delas ainda em publicação, tornando-as mais acessíveis aos seus principais destinatários – gestores, profissionais da informação e arquivistas. A edição portuguesa foi enriquecida com 18 notas de tradução que pretendem facilitar a sua melhor compreensão no contexto nacional, bem como proceder a algumas atualizações de informação". A coordenação da tradução portuguesa é de Pedro Penteado.

Sábado, Setembro 29, 2012

A perspetiva de um historiador sobre os arquivos portugueses

O jurista, historiador e consultor do Presidente da República, António Araújo, concedeu uma entrevista ao "Expresso", publicada online sobre o título "As livrarias estão cheias de lixo sobre Salazar". Nela deixa uma perspetiva sobre os arquivos portugueses (situação, projetos, utilização, etc), que me parece merecer alguma atenção, concorde-se ou não totalmente com ela. Passo a citar: 1) "as pessoas não vão aos arquivos. Claro que isso dá trabalho, mas muitos autores não vão lá. E há muita coisa por descobrir nos arquivos". 2) ..."Arquivo da Defesa Nacional. Tenho tido muito mais facilidade em lá ir, a Paço de Arcos (que está sempre vazio...), do que a muitos arquivos civis... Não me referia à Torre do Tombo, onde o diretor, Silvestre Lacerda, tem feito um trabalho notável. Por exemplo, na digitalização de documentos. É uma atitude de cidadania muito importante, contribuindo para democratizar o acesso ao conhecimento a todos os investigadores, estejam em Lisboa ou em Trás-os-Montes. Não poupo elogios ao seu trabalho. Já o estado do arquivo do MNE é lamentável. Até o acesso à informação é extremamente difícil. Não deixa de ser curioso que, sendo a parte militar o 'hardcore' da história do napalm, toda a informação existente no Arquivo da Defesa foi disponibilizada sem problemas, enquanto no MNE tive resistências". 3) "Os arquivos policiais e judiciais portugueses estão num estado terrífico. Alguns deles nem se sabe onde estão - caso dos arquivos da PSP, uma vez que os da Judiciária estão melhor conservados. Os governantes nunca tiveram uma política sistemática de arquivos, que não têm sido nada bem tratados. A memória da democracia está a ser um bocadinho mal tratada. Tenho medo que se percam até documentos mais recentes do que outros, mais antigos. O Centro de Documentação 25 de Abril deveria estar em Lisboa...o Boaventura Sousa Santos (creio que foi ele) teve uma grande visão. A criação do Centro de Documentação 25 de Abril foi um golpe de asa e diz muito da passividade da Universidade de Lisboa. Estão sempre investigadores estrangeiros em Coimbra e o Centro é de um grande profissionalismo. Mas um centro de documentação sobre o 25 de Abril devia estar em Lisboa, até simbolicamente no Quartel do Carmo. Além disso, devia haver um levantamento sistemático dos espólios privados. O Fernando Rosas e a sua equipa têm publicado alguma coisa, como os trabalhos sobre a correspondência do Pedro Teotónio Pereira e do cardeal Cerejeira. E a Fundação Mário Soares também tem recolhido muitos espólios. Mas devia existir um roteiro sistemático dos espólios privados". Esperamos que as citações apresentadas suscitem comentários e debate, no qual tencionamos participar. (Foto: "Expresso")

Quarta-feira, Setembro 26, 2012

Artigos sobre arquivos nos "Cadernos BAD"

A Associação Portuguesa de Bibliotecários, Arquivistas e Documentalistas (BAD) acaba de publicar o n.º 1/2 (2011) dos "Cadernos BAD" dedicado ao tema "As redes sociais e as bibliotecas", nos quais se integram dois artigos sobre arquivos: "Arquivos distritais: a perspetiva de uma nova missão?", de António Sousa, Maria João Pires de Lima e Olinda Cardoso e "A DGARQ e a qualificação dos sistemas de arquivos da Administração Central do Estado: balanço e desafios", de Pedro Penteado. Mais detalhes aqui.

Quinta-feira, Setembro 13, 2012

Diretor da BNP reitera vontade de abandonar o cargo

Na sua página no Facebook, aberta publicamente, o Prof. Pedro Dias, diretor da BNP, publicou a seguinte mensagem no dia 11 de Setembro: “ACABOU A COLABORAÇÃO COM O GOVERNO. ENVIEI HOJE ESTA CARTA AO SECRETÁRIO DE ESTADO DA CULTURA SER CÚMPLICE DE PASSOS COELHO E DO SEU GOVERNO, NÃO. Exmo. Senhor Doutor Rui Pereira Muito Ilustre Chefe de Gabinete do Secretario de Estado da Cultura Palácio Nacional da Ajuda Lisboa Venho, por este meio, manifestar a V. Exa. o meu desconforto pela situação que me foi criada, com os sucessivos adiamentos da minha saída da direcção da Biblioteca Nacional. Ficou claro, quando do surpreendente convite que me foi feito, que só o aceitaria, pelo período necessário que decorresse até à reabertura ao público da Biblioteca Nacional de Portugal. Acaba de passar um ano sobre essa data, em que, todo o espólio da instituição, fisicamente ou através de meios informáticos, voltou a estar disponível. Apesar dos meus apelos, e da minha renúncia formal, em 28 de Dezembro passado, não fui dispensado, acrescendo que, desde 1 de Abril último, por motivo da entrada em vigor da nova Lei Orgânica, me encontro em gestão corrente. Os prejuízos pessoais e familiares para mim são grandes, e do ponto de vista de saúde ainda pior. Mais ainda, não só não me revejo na politica do Senhor Primeiro Ministro, como estou completamente contra ela, e não reconheço legitimidade ao Governo para se manter em funções, por ter renegado todas as promessas feitas ao eleitorado, e que constituem a base da sua legitimidade democrática. É assim absolutamente inaceitável ser cúmplice destas acções, enquanto Director-Geral, participando na delapidação de Portugal e dos seus recursos, em benefícios de grupos económicos, com o esmagamento das classes trabalhadoras e do domínio, no campo politico, da Maçonaria, entidade que sempre combati. Já me desvinculei do PSD, de que já não sou militante, e não desejo voltar a ter qualquer colaboração com esta instituição, que nada tem a ver com a que, a partir de Maio de 1974, ajudei a desenvolver e a afirmar-se. Dado que não consigo falar com Senhor Secretario de Estado, com quem só me avistei duas vezes, desde 1 de Julho de 2011, recorro a V. Exa., para que lhe seja transmitido o teor desta carta. Os problemas que o Governo tem com a substituição dos Directores-Gerais são fruto da sua própria politica, da sua descredibilização e da sua inépcia, pelo que não me devo sujeitar aos resultados das suas acções e omissões, quando sou clara e frontalmente oposição ao mesmo. Enquanto Director-Geral, não boicoto a sua actividade nem deixo de cumprir as minhas obrigações, fazendo tudo o melhor que consigo e sei, mas contrariado. Com os roubos sucessivos que tenho sido alvo, nada me move para auxiliar aqueles que, paulatinamente, arruínam Portugal. Peço pois, uma vez mais, para ser libertado deste fardo que é demasiadamente pesado para mim e que não mereço suportar; é castigo por crime que não cometi. Apresento a V. Exa. os meus mais respeitosos cumprimentos Coimbra, 11 de Setembro de 2012”

Sábado, Julho 07, 2012

MUSEU DR. JOAQUIM MANSO (NAZARÉ): QUO VADIS?

Estive hoje na Nazaré, mais uma vez, para um debate promovido pela Liga dos Amigos da Nazaré sobre o futuro do Museu Dr. Joaquim Manso. Desta vez, entre as autoridades e os especialistas presentes, esteve a responsável da Direção Regional de Cultura do Centro (DRCC), (Celeste Amaro), que desde há poucas semanas tutela este Museu e outros da rede nacional que deixaram de estar sob dependência da nova Direção Geral do Património Cultural. Numa sessão onde se procurou traçar o percurso do Museu e debater o que pode vir a ser o seu futuro, salientaria algumas linhas de força, pelo menos na minha leitura: 1. Degradação das instalações do Museu e das suas condições de trabalho, de exposição e animação cultural; 2. Dificuldade de encontar uma solução para qualificar aquele espaço – um novo edifício apenas será possível se existir financiamento do QREN, a partir de 2014, e se a Câmara Municipal da Nazaré (CMN), atualmente bastante endividada, tiver dinheiro para ajudar a DRCC a suportar a contrapartida nacional; 3. Diferentes modos de entender a procura de espaços alternativos, provisórios, entre a DRCC e a CMN, com o Presidente da Câmara a afirmar que só se envolveria nessa solução se existisse um compromisso escrito da Administração Central em que tal não se tornaria em solução definitiva; 4. Recusa da comunidade nazarena presente, do Presidente da CMN e de vários especialistas em relação ao encerramento do Museu, o qual chegou a estar em análise pelo Secretário de Estado da Cultura (José Vale diria, e bem, que o país ficaria mais pobre se esse encerramento alguma vez ocorresse); 5. A próxima Direção do Museu vai ser assumida em conjunto com os dois museus das Caldas; 6. Existência de uma pluralidade de visões teóricas sobre a missão e o futuro do Museu. Desse ponto de vista, apresentaram-se várias perspetivas para o Museu e para o seu papel no desenvolvimento económico, sendo que para mim ficou claro que terá sempre de passar por ser um museu do Mar, que permita, em 1.º lugar, dar uma leitura nacional do papel que a Nazaré teve e tem nesse contexto. (Tal não invalida que não explore outras linhas de ação anteriormente iniciadas ou desenvolvidas). 7. Quanto ao seu papel regional, esperava que Celeste Amaro nos viesse dar uma leitura clara de como esperava integrar a Nazaré na valorização cultural da região e no trabalho em rede, a esse nível, mas tal não aconteceu. 8. Coube a Graça Filipe salientar a necessidade do Museu manter a ligação com a comunidade local e enriquecer, a partir dessa interação e conhecimento, os outros níveis referidos (regional e nacional). De todas as tomadas de posição a que mais me escandalizou foi a da sra. Diretora Regional. A par do desconhecimento que manifestou sob a área, (o qual reconheceu), sistematicamente “sacudiu a água do capote” relativamente às suas novas responsabilidades, parecendo que olhava para o Museu como uma fonte de despesas, não rentável, com interesse sobretudo local, interessada em culpabilizar o IMC e o centralismo lisboeta pelo ponto de degradação a que se chegou e não avançando para soluções de qualidade sem que a CMN se envolvesse no processo. Aliás, não o disse mas senti que o que preferia era mesmo desfazer-se do Museu e passá-lo para a responsabilidade camarária (apontou o Museu Municipal de Ílhavo como exemplo). Posicionou-se de tal modo que não resisti a perguntar-lhe qual a entidade que no Estado tinha a responsabilidade primeira pela salvaguarda e valorização deste importante património nacional, em condições de qualidade de serviço público adequadas. Escandalosa também a sua resposta: reconheceu que essa responsabilidade estava do seu lado (DRCC) mas que não tinha dinheiro, como se isso bastasse para não assumir responsabilidades na solução para a atual degradação do único Museu que a Administração Central tem sobre temáticas marítimas… Confesso, pois, que saí mais preocupado do que quando entrei para esta sessão. A comunidade vai necessitar de estar vigilante e ativa sobre o seu Museu. Vamos ter de continuar a meter na agenda o assunto e a manter iniciativas que envolvam o Museu, a Nazaré e o Mar. Contem comigo nesse movimento cívico em defesa do património cultural da Nazaré e do país.

Ação de divulgação sobre a extensão e aplicação da Macroestrutura Funcional (MEF) pela Administração Local

É já dia 11 de Julho que se vai realizar a ação de divulgação sobre a extensão e aplicação da Macroestrutura Funcional (MEF) pela Administração Local, com a apresentação pública do projeto do plano de classificação para este universo da Administração Pública. A sessão decorrerá entre as 14 e as 18h na Direção-Geral de Arquivos, em Lisboa e tem entrada livre. Segue o PROGRAMA: 14.00h – Abertura Silvestre Lacerda (Direção Geral de Arquivos) 14.30h – A MEF no contexto das políticas e programas de interoperabilidade da Administração Pública Pedro Penteado (Direção Geral de Arquivos) 14.45h – A Macroestrutura Funcional Alexandra Lourenço (Direção Geral de Arquivos) Cecília Henriques (Direção Geral de Arquivos) 15.15h – O modelo conceptual e a metodologia para a construção do plano de classificação Carlos Guardado da Silva (Município de Torres Vedras) 15.45h – Pausa 16.15h – Projeto do plano de classificação: Desenvolvimento e Expetativas Helena Neves (Município de Lisboa) Natália Antónia (Município de Lisboa) 16.45h – Debate Grupo MEF para a Administração Local (Direção Geral de Arquivos, Municípios de Cascais, Lisboa, Lourinhã, Oeiras, Santarém, Sintra e Torres Vedras e Serviços Municipalizados de Oeiras-Amadora).

Domingo, Julho 01, 2012

"A rede do pescador": o meu novo blogue

Dez anos após a criação do "Notas soltas", acabo de criar o meu segundo blogue, no Overblog.com . Esta nova experiência chama-se "A rede do pescador" e pretende principalmente difundir na Web o que vou escrevendo ou partilhando nas redes sociais e que, até agora, apenas era acessível a quem nelas estava inscrito. Trata-se, pois, de alargar o acesso a quem quiser acompanhar ou "provar" os resultados da minha "pescaria" pela Web... O título e a foto de fundo, como não podia deixar de ser, evocam e retratam uma realidade tipicamente nazarena, adaptada aos tempos que vivemos, da Sociedade em rede.

Terça-feira, Junho 19, 2012

Estrutura da DGLAB

Segundo a Portaria n.º 192/2012, a Direção-Geral do Livro, dos Arquivos e das Bibliotecas (DGLAB) estrutura-se nas seguintes unidades orgânicas nucleares: a) A Direção de Serviços do Livro; b) A Direção de Serviços de Arquivística e Normalização; c) A Direção de Serviços de Inovação e Administração Eletrónica; d) O Arquivo Nacional Torre do Tombo; e) O Centro Português de Fotografia; f) O Arquivo Distrital do Porto; g) A Direção de Serviços de Bibliotecas; h) A Direção de Serviços de Planeamento, Gestão e Informação.

Quinta-feira, Junho 14, 2012

José Manuel Cortês designado diretor-geral da DGLAB

De acordo com o Despacho n.º 8095/2012, publicado no D.R. n.º 114, Série II de 2012-06-14, foi designado hoje, em regime de substituição, o licenciado José Manuel Azevedo Cortês, para exercer o cargo de diretor-geral da DGLAB e a licenciada Maria Margarida Ortigão de Almeida Sampaio Ramos, para exercer o cargo de subdiretora-geral da DGLAB. Os nomeados exercem, até ao termo do processo de fusão, respetivamente, os cargos de diretor-geral e subdiretora-geral da ex-DGLB.

Terça-feira, Junho 12, 2012

Diagnóstico à situação arquivística do Estado:prolongamento do prazo de entrega (13 de Julho)

Segundo o site da Direção-Geral de Arquivos (DGARQ), esta entidade informa as entidades respondentes ao “Questionário à situação arquivística do Estado – ACE” que o prazo de encerramento do mesmo foi prolongado até ao dia 13 de Julho de 2012. Este Diagnóstico insere-se no âmbito da Medida 15 da Resolução do Conselho de Ministros (RCM) n.º 12/2012, de 7 de fevereiro.

SESSÕES DE DIVULGAÇÃO DA MEF (Leiria, Porto e Évora)

Segundo o site da DGARQ, esta entidade irá realizar, em Leiria, Porto e Évora, 3 sessões de divulgação da Macroestrutura Funcional (MEF), respetivamente, nos dias 18, 20 e 26 de Junho, entre as 14h e as 18h. As sessões intitulam-se: “No trilho da interoperabilidade semântica: desenvolvimento e utilização da Macroestrutura Funcional (MEF)”. Mais detalhes aqui.